Um novo capítulo das criptomoedas

Assista ao vídeo abaixo. Fique tranquilo, são só os 15 primeiros segundos.

É ela mesmo. É a Whoopi Goldberg em um comercial sobre o Flooz, do longíquo anos 2000.

Caso não se lembre, tentarei explicar o que era o Flooz.

Como a atriz mesmo diz: “é como se fosse dinheiro”. É, digamos que era uma espécie de dinheiro virtual, que você podia comprar com o seu cartão de crédito – pois é, já se falavam sobre moeda digital naquela época. Porém, para contextualizar o cenário, o Flooz era mais parecido com os “gift-cards” ou “vale-presentes”. Você comprava uma quantidade de Flooz, e com isso você poderia a ir um supermercado ou lojas, como a Tower Records, por exemplo, e adquirir livros, CDs ou DVDs apenas com Flooz – sim, naquela época se vendiam cds e dvds.

Com isso, Flooz tentou estabelecer uma moeda única e digital para os comerciantes da Internet. Foram audaciosos e desta forma, a empresa conseguiu captar US$ 35 milhões no negócio de “gift-cards” ou “dinheiro virtual”. Parece uma insanidade, mas qualquer negócio que no final tinha “.com” foi catapultada ao infinito e além. Não é por acaso, as empresas foram sobreavaliadas ao extremo e ficou conhecida mais tarde como a bolha das “dot.com”.

Pensou em algo semelhante? Então, aonde quero chegar?

Atualmente, estamos vivenciando a euforia das criptomoedas. Máximas de valorização a cada dia. Em cada mês, surge uma nova criptomoeda elevadas a mais alta potência, enfim, considerado o novo Santo Graal dos investimentos. A cada semana, um ICO diferente e com uma proposta revolucionária digital. Do modo de vista, está até bem parecido com o Flooz – o dinheiro virtual dos anos 1999-2000.

O conceito inusitado que eu consigo ver em potencial é apenas o blockchain. Esse sistema sem ter intermediários bancários. Até porque no mundo, cada vez mais estaremos precisando menos de intermediários. Corretores e vendedores que o digam. Mas o blockchain precisa ser testado realmente a sua eficácia.

Voltando ao estouro da bolha “ponto.com”, poucas empresas daquela época sobreviveram e estão aí até hoje para contar história. Mas muitas delas fracassaram, assim como o Flooz. Em 2001, a empresa não resistiu a desconfiança dos usuários, após o FBI investigar um esquema russo de fraude e lavagem de dinheiro. Neste esquema, compraram unidades de Flooz após a clonagem de cartões de créditos dos usuários. Consequentemente, conseguiam comprar e resgataram a quantia em espécie.

O desconfiômetro segue ligado. Mas acredito que vivenciamos uma espécie de remake do “Vale a pena ver de novo” das moedas digitais. E o futuro delas? Podemos até fazer um revival do “Você Decide”, líder de audiência naquela época, mas não resistiu no ano 2000. Enquanto isso, assistiremos as novas máximas ou capítulos da novela dos “gift-cards” ou, se preferir, das criptomoedas.




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Por que eu parei de investir em empresas de varejo?

Porque estou em busca de empresas de marketplace, o varejo online. Por isso que parei de investir em empresas que necessitam de lojas físicas para vender, o “varejo físico”.

Não é à toa que Magazine Luiza (MGLU3) mudou a mentalidade e disparou na bolsa, com uma alta de mais de 500% em 2016. Porém, agora, ficou caro demais – será?

Entretanto, temos outros marketplaces listados que, até o momento, estão sendo mal administrados. E se melhorassem um pouco a performance, poderiam ter resultados astronômicos. Quem sabe, ter altas tão expressivas quanto a MGLU3 – mas não tenho bola de cristal para prever isso!

E outros varejistas que querem seguir o modelo da Magazine Luiza e que, aos poucos, estão aumentando a sua participação no varejo online. Basta verificar alguns relatórios e verificar esses números de transformação. Mas que, até então, ainda não refletiram no preço das ações.

Mas por que o varejo físico está “morrendo”?

É só dar uma circulada em algumas cidades, ir ao shopping e ler algumas notícias interessantes. Vou listar abaixo alguns links de diversos veículos:

Michael Kors is shutting down at least 100 stores following ‘catastrophic’ sales declinesBusiness Insider

Why is Walmart closing 269 stores? – CS Monitor

Sears, J.C. Penney, Kmart, Macy’s: These retailers are closing stores in 2017USA Today

Fnac anuncia que irá se retirar do Brasil – Exame

Crise chega a restaurantes tradicionais da cidadeJornal O Globo

Pela 1ª vez em 12 anos, shoppings fecham mais lojas do que abremFolha

Listei algumas notícias internacionais e também casos ocorridos no Brasil. E ainda inclui restaurantes e bares e também lojas físicas de shopping center – sobre shopping, até já publiquei o assunto neste post: Por que o investimento em shopping center não é mais um retorno garantido.

O que quero dizer é que se você pensa em investir no varejo físico é preciso pensar com mais precisão. Não saia vendendo tudo o que puder, caso você tenha investimento em empresas ligada ao varejo físico. Então, por que não pensar em investir no varejo online, em marketplace? Sim, neste momento, estou em busca deste nicho.




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Resolva estes problemas sociais e será um bilionário

Quer se tornar um bilionário?

Para isso, é preciso liderar e se dedicar a resolver um desses problemas que estão esperando para ser solucionados pela sociedade.

Não sabe quais?

Confira a lista:

1) Energia Elétrica via Wireless.
Esqueça as melhores baterias. O futuro dos telefones, tablets e de outras tecnologias funcionará da energia sem fio. Quem sabe, tente descobrir como transformar a sua TV ou até seu celular em uma fonte transmissora de energia elétrica sem precisar de fios e conexão.

2) Energia solar a preços acessíveis.
Hoje em dia, vimos os painéis solares apenas na classe alta.
O motivo é que são muito caros para instalar. Isso os torna inacessíveis para a classe média e baixa. Desta forma, projete uma célula solar barata e altamente eficiente. Assim, você teria o ‘poder’ da eletricidade.

3) Desalinização da água do mar
A escassez de água e a seca são um enorme problema. Mas e se pudéssemos transformar a água do oceano em água potável através da dessalinização? Até agora, ninguém projetou uma usina de dessalinização economicamente viável. Quem sabe, podemos resolver um dos problemas mais urgentes do mundo: a falta de água.

4) Zona rural com acesso a internet.
Sabemos que a Internet não funciona em algumas áreas. Principalmente, em zonas rurais e em países em desenvolvimento. Porém, resolvê-los não é uma tarefa fácil. O próprio Google e o Facebook estão trabalhando em projetos paralelos. E, acredite, ambos, estão enfrentando dificuldades. Se você puder encontrar uma solução mais rápida e mais barata que o Google, você poderia ter o tal ‘santo graal’ em mãos.

5) Melhorar as previsões meteorológicas
Prever as condições do tempo é difícil. Mas grandes eventos climáticos como terremotos, furacões, tornados e tufões custam bilhões de dólares a cada ano em danos. Para isso, é preciso desenvolver um modelo de previsão mais eficiente e ainda poderia salvar o mundo com custos bilionários. Enquanto isso, de quebra ainda colheria alguns bilhões com o seu desenvolvimento.

Dos cinco problemas citados, dois e meio estão relacionados a energia. Dizem que esta será a próxima evolução exponencial a ser explorada. Será que os ativos considerados seguros, como geradora, transmissora e distribuidora de energia elétrica atuais poderão estar com os seus “dias contados”?

Pois bem, considero que ainda é cedo para dizer.

E você, por acaso tem algum outro problema social que não foi citado e que necessita de solução? Escreva aí nos comentários…




Amazon Go, a revolução de 2017

“É o fim das filas e caixas das lojas físicas. Pegue os produtos que quiser e saia”.

Esse é o discurso do Amazon Go, o sistema que pode revolucionar o mercado em 2017.

Esse método nos poupará o nosso precioso tempo nas longas e chatas filas do supermercado, por exemplo.

Como vai funcionar? A pessoa entra na loja com o aplicativo da Amazon Go, se quiser, pode guardar o celular no bolso e começar a comprar. O sistema atualiza o carrinho de compra de forma automática, de acordo com o que você retira da prateleira. Se você pegar algum item e devolver o produto na prateleira, automaticamente, ele é retirado do seu carrinho de compras virtual do aplicativo.

Essa revolução no sistema de compras funciona a partir da tecnologia dos self-driving cars, nomeada de Just Walk Out. Quando você sair, a tecnologia Just Walk Out debita na sua conta da Amazon e você recebe o recibo com as compras.

Confira o vídeo mais que explicativo…

Até o momento, as lojas físicas da Amazon Go pretendem ser pequenas, para que a pessoa entre, pegue e saia, sem perder tempo. Estão em fase beta, mas já anunciaram que será aberto para o público geral em 2017.




Dica do Dia: Invoop

Confesso que não conhecia nenhuma plataforma digital que conectava compradores e vendedores de empresas de uma forma eficaz.

Estava interessado em diversificar na forma de investimento. Queria investir na compra de um negócio já consolidado ou, quem sabe, entrar como sócio investidor em uma empresa que buscava expansão, mas que precisava de capital.

Como eu já invisto uma pequena parte do meu capital em uma startup, recebi e-mail convidativo de crowdfunding em uma startup de marketplace de compra e venda de empresas.

Achei a idéia fabulosa. Balcão de negócio online apenas para empresas.

A princípio não cogitei na possibilidade de investimento nesta startup, a Invoop, até porque negócios digitais são mutáveis, um pouco mais arriscado, creio eu.

Entretanto, no site encontrei um leque com algumas boas opções de empresas que estão sendo vendidas e até buscando um parceiro investidor.

Claro que nem tudo são flores, precisa pesquisar bem a localidade, o negócio, o público alvo… As variáveis são enormes.

Porém, tem alguns negócios interessantes na plataforma.

Segue o link do site indicado: invoop.com.
O cadastro é grátis. Aliás, não estou recebendo nenhuma comissão. É apenas uma indicação.




Por que ainda somos atrasados no quesito turismo?

Na semana em que ocorreu o GP Brasil de F1, temos a notícia de que para os próximos anos a corrida em São Paulo pode ficar de fora do calendário anual do circuito da Fórmula1.

E isso seria péssimo para a imagem do país!

Este evento na cidade de São Paulo traz visibilidade e atrai turistas do mundo todo.

Para se ter uma ideia, foi uma loucura tentar encontrar algum hotel próximo a região de Interlagos, e olha que eu sequer queria ir para o circuito, foi apenas uma coincidência de calendários e de local.

Se você acredita que o Brasil é um país que atrai muitos turistas, está bem enganado.

Todos esses eventos esportivos, como Copa do Mundo, Olimpíada, Fórmula1 e também outros eventos, como Reveillon e Carnaval são ótimos para a visibilidade daqui no exterior.

O problema é que há um abismo muito grande em alguns aspectos: como se faz o turismo no Brasil, e o que se pode fazer com o turismo e a divulgação do turismo.

Ficou confuso?

Leia este artigo da Super Interessante:
Por que ninguém viaja para o Brasil? Enquanto o turismo cresce no mundo, o Brasil inteiro recebe menos visitantes que Miami. Onde estamos errando?
O texto é de junho de 2016, mas ainda bem atual.

Com a melhora do turismo de estrangeiros e maior divulgação da nossa marca mundo afora, certamente teríamos um gatilho para a melhora econômica do nosso país.




O fim do carro na garagem – a revolução do transporte

John Zimmer, CEO do Lyft, escreveu um artigo revelador no Medium sobre uma revolução dos transportes.

Segundo o CEO do Lyft, que ainda não opera no Brasil, mas é concorrente do Uber nos EUA, aborda que as famílias não precisarão mais ter carro particular daqui a uns dez anos.

Isso mesmo. Um dos principais itens de compra dos americanos nas últimas décadas, o automóvel será inútil.

As pessoas não precisarão mais dirigir, pois os carros serão automatizados. Desta forma, o transporte autônomo, como o Lyft e o Uber, dominarão o mercado. Assim, as pessoas deixarão de gastar dinheiro na compra e na manutenção dos veículos particulares.

Essa revolução no deslocamento das pessoas nas cidades fará com que o carro seja utilizado apenas de forma eficiente. Até porque segundo John Zimmer, o carro ficará 96% do tempo estacionado, assim apenas 4% do tempo em circulação.

Se isso realmente ocorrer, as cidades precisarão se adaptar a nova moda de transporte dos cidadãos. Os enormes estacionamentos e vagas de garagem nas ruas poderão dar espaço aos parques e calçadas.

Com esta revolução, teremos menos tráfego e menos poluição no ambiente urbano.

Outro quesito é que com a expansão da internet 4G para mais celulares, mais pessoas poderão ter acesso a utilização do sistema de carro autônomo, como o Lyft e o Uber nas cidades.

Todos os aspectos mencionados são o pontapé para termos todas as ferramentas para criar uma rede de transportes eficientes, para dar ao fim do carro na garagem.

Será que isso é possível?

Confira o texto em inglês aqui