Coreia do Norte não faz cócegas

Você acredita mesmo que poderia ocorrer uma guerra entre os EUA-Coreia do Norte?

Pode acreditar que não, pois isso não vai acontecer. Até porque o mercado americano não estaria nas máximas com a eminência de uma possível guerra prestes a explodir.

Caso tenhamos a mínima possibilidade sequer da ocorrência desses ataques, os índices estariam longe de sua máxima, preparado para uma possível queda.

Por isso, fique tranquilo. Não há a mínima chance desta guerra finalmente acontecer. Kim Jong-Un pode até brincar de ‘war’ – jogando uns mísseis para lá e para cá, mas tudo dando água.

Não sou professor de história, mas em nenhuma guerra, não me lembro de alguém avisar onde jogaria um míssil – caso de Guam – ou testar a paciência do Japão.

Caso queira assistir a um documentário sobre a vida no Planeta de Kim Jong-Un, assista ao “The Propaganda Game”. O doc é do cineasta espanhol Álvaro Longoria e está na Netflix também.




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Estamos na III Guerra Mundial – não dá mais para negar

Ninguém declarou oficialmente, mas é só juntar os pontos.

Para quem viu as cenas em Alepo, Trípoli, Cabul, Nice, Berlim e Ancara, não dá mais para passar desapercebido. Não dá mais para dizer que foi só mais um.

As cenas comoventes de refugiados em marcha na Europa ou na saída de Alepo ou em botes espalhados pelo Mar Mediterrâneo chocam. Não dá mais para dizer que não é uma Guerra Mundial.

Assim como quem mora no Rio de Janeiro, não dá para negar que não convive com uma Guerra Civil no meio da cidade.

São ataques atrás de ataques. Bombas atrás de bombas. Roubos atrás de roubos.

Se você acha que Berlim ainda é uma cidade calma. Confira só neste link – está em alemão, pode usar o Google Translate – como o número de roubos em Berlim triplicou de 2010 para cá.

É um post curto. É para você acordar e refletir!

Talvez, seja a hora de se proteger!

Também não é a hora de vender tudo. Muita calma.

Talvez, seja a hora daquele investimento chamado “colchão de segurança“.




13º salário não é um benefício: matemática contradiz a realidade

O texto abaixo foi retirado na íntegra do BlogTributário
Para quem é empregado e não sabia a razão do 13o salário. É válido a leitura!!!

“Um pouco diferente do que a história nos ensinou, o 13º salário não é bem um benefício ou agrado que os trabalhadores recebem para comemorar o final de cada ano com festas mais fartas e felizes. Ele é, na verdade, um dinheiro nosso devolvido a nós mesmos.

Não podemos desmerecer o discurso de que o 13º salário é uma conquista das classes sindicais, que o “pai” é o presidente João Goulart (Jango) – ele sancionou a “Lei do 13º Salário”, a 4090/62, em 5 de julho de 1962, após pessoalmente ter negociado com grevistas ligados ao movimento sindical e ignorado o Congresso que havia reprovado – e a regulamentação veio com a Constituição Federal, artigo 7º. Mas antes, havia sido decretado pela Lei 4749/65.

Essa constatação se deve por conta das semanas trabalhadas por cada um de nós ao longo dos 12 meses do ano. Você já reparou que há meses com 4 ou 5 semanas? Se fôssemos igualar os meses com mesma faixa de semanas, teríamos uma sobra que virtualmente criaria o 13º mês, que nos daria então um 13º salário.

Vamos às contas?

João recebe mensalmente o salário mínimo, atualmente R$ 880,00.

Em 12 meses, seriam R$ 10.560,00 – ignorando descontos e acréscimos.

Com o 13º salário, a renda de João apenas com o salário ao longo do ano seria de R$ 11.440,00.

Com o salário mensal de R$ 880,00, João tem uma renda semanal de R$ 220,00, a considerar que a maioria dos meses são quatro semanas e temos em mente que um mês tem 20 dias úteis, sendo segunda a sexta-feira repetida quatro vezes. Certo?

Lembra da questão das semanas? Um ano possui (pode confirmar no calendário mais próximo neste instante) 52.

Se pegarmos a renda anual de João já considerando o 13º salário, ou seja, R$ 11.440 e dividirmos pelas 52 semanas existentes ao longo do ano… Voilà: São R$ 220,00 por semana.

Uma mágica? Não, apenas um cálculo matemático que derruba o mito de que o 13º salário é uma benevolência.

Façamos as contas novamente, utilizando o calendário comercial brasileiro e o que nos faz acreditar termos um “a mais” no fim do ano.

São 12 meses de 30 dias, o que daria 4,285 semanas a cada mês. 12 x 4,285 = 51,42 semanas.

Fazendo esse cálculo é o que dá a sensação de o 13º salário ser algo a mais para o trabalhador. Vejamos.

Com os mesmos R$ 880,00 por mês de João, R$ 10.560,00 durante o ano sem colocar e nem tirar nada do salário.

Lembrando que são 51,42 semanas ao mês temos o seguinte cálculo:

R$ 10.560 divididos por 51,42 temos R$ 205,36 por semana. E pronto.

Mas, as coisas não bem assim, já que alguns meses possuem 31 dias e outro 28 ou 29. 12 meses com 30 dias dariam 360. E os outros cinco ou seis? É de se pensar.

14º salário é sim um abono

O que seria um 14º salário?

Se você não é um parlamentar que em alguns lugares ainda possui 14º e 15ª salários, você tem, caso atenda algumas exigências, o abono salarial.

Esse abono salarial é o famoso PIS. Saiba mais sobre o PIS no post “PIS: Caixa desmente boatos”.

E a PLR?

A Participação nos Lucros e Rendimentos (PLR), também conhecida como Programa de Participação nos Resultados (PPR), é uma conquista prevista para quem é regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), especificamente a Lei 10101/2000.

A PLR é um bônus oferecido pelas empresas e o valor é negociado entre o empregador e uma comissão de trabalhadores ou sindicato relacionado.

É interessante ressaltar que a CLT não obriga que o benefício seja fornecido, mas propõe que ele seja utilizado.

Se houver alguma dúvida referente ao seu acesso à PLR, entre em contato com o sindicato da sua categoria ou com o departamento de Recursos Humanos (ou equivalente) da empresa”.

Fonte: BlogTributário




De onde vem a expressão “um conto”?

Talvez você tenha esquecido, mas o Real foi a moeda do Brasil até 1942, quando perdeu três zeros e mudou de nome para cruzeiro.

O real tinha perdido tanto valor em seus últimos anos que a quantia de “mil reais” passou a ser a unidade básica da economia.

Ninguém mais dava troco abaixo disso. “Mil reais” já tinha virado “mil-réis” na boca do povo. E ficou a ilusão de que o nome do dinheiro era “réis” mesmo.

Por sinal, o hábito de chamar mil unidades monetárias de “um conto” vem daí também.

“Um conto” significa “um milhão”. Era como as pessoas se referiam a um milhão de dinheiro – um conto de réis.

Como mil era a unidade básica, qualquer bem saía por mais de um milhão. E todo mundo falava em contos de réis o tempo todo.

Por algum motivo, a expressão sobreviveu à morte dos réis e de todas as moedas que já passaram pela economia.

Não é à toa que nos dias de hoje, um carro custa 30 contos; um iphone dois contos; uma tv dois contos…