A retomada do investimento em dólar

O dólar está flertando com a marca dos R$3,00 há algumas semanas. Eu tinha prometido de ‘pé junto’ que voltaria a investir no dólar ao alcançar este patamar.

Alguns irão dizer que é a hora de comprar papel moeda ou a hora de investir na bolsa lá fora.

Como eu acredito que o mercado acionário americano esteja sobreavaliado, com os preços bem acima do nível desejado. Por enquanto, eu não aportaria dinheiro por lá. Quem sabe, aconteça uma correção bem brusca.

E também como eu não guardo dinheiro em espécie na gaveta – talvez até por causa dos nossos resquícios inflacionários tupiniquins. Até porque no Brasil, guardar de dinheiro na gaveta é sinônimo de perder dinheiro no futuro.

Temos um outro caminho de investir em dólar na bolsa brasileira:

– Podemos investir em empresas exportadoras, que acompanham o valor da cotação dólar por aqui. Não sabe quais? É só ver quais as empresas que sofreram maiores quedas no ano passado. Temos a fabricante de aviões Embraer (EMBR3); e as empresas de papel e celulose Fibria (FIBR3), Suzano (SUZB5) e a Klabin (KLBN11).

Quem também acompanha o dólar é a empresa de alimentos Brasil Foods (BRFS3), que pelos noticiários atuais foi severamente penalizada – quem sabe, esteja até na hora de aportar nela. Eu disse, quem sabe! Fica a seu critério. Lembrando que ela é comandada por Abílio Diniz.

– Outra forma de investir em dólar seria aportar no ETF IVVB11. Para quem não sabe, é um ETF negociado na Bovespa, que busca retornos de investimentos que correspondem à performance do índice Standard & Poor’s 500 (S&P500) – as 500 principais ações americanas. Vale lembrar que este ETF é um fundo gerido pela BlackRockInc, uma das maiores gestoras de fundo mundial.

Como o IVVB11 tem uma correlação com o índice S&P500, com o dólar e com o real há algumas peculiaridades envolvidas. Caso a cotação do dólar suba por aqui, o ETF IVVB11 se valoriza, mesmo com o índice S&P500 inalterado. Se o S&P500 se valoriza e a cotação do dólar segue no mesmo patamar, o IVVB11 também se valoriza. Entretanto, não tem jeito, caso o índice S&P500 sofra uma correção, o IVVB11 será desvalorizado.

Para quem gosta de proteger a carteira de investimentos e não estar exposto somente em empresas brasileiras, o ETF IVVB11 é uma forma de investir tanto em dólar, quanto ao índice americano.

É preciso dizer que há outras formas de investir em dólar, como investir em outros fundos multimercados ou na compra do mini-dólar, negociado na Bovespa. Neste último caso, não recomendo, pois isso será um trade e caso você não tenha o ‘timing’ de mercado, vai perder mais dinheiro do que você imaginaria.

Não quero dizer que você precisa investir em dólar neste momento. Quero lembrá-lo que em setembro de 2015, o dólar estava a R$4,00 e muita gente dizia por aí para investir em dólar. Agora, com a moeda próxima a R$3,00, você não vê gente por aí dizendo para você comprar dólar.

Esta é apenas uma oportunidade de comprar a moeda em patamares mais baratos. Neste caso, seria uma proteção para você, em busca de uma possível valorização da moeda em comparação ao real, até porque, há riscos envolvidos. Se o dólar voltar a R$2,80 ou R$2,50, você vai perder dinheiro. Mas como não sabemos o dia de amanhã, vale a máxima “compre na baixa e venda na alta”.




Procuram-se LCI e LCA com bons rendimentos

Tenho reparado há algum tempo que os investimentos em LCI e LCA estão desaparecendo cada vez mais.

“Como assim? Pois, na minha corretora sempre oferecem!” Você deve estar se perguntando.

Sim, ainda ocorre a disponibilidade de investimento das LCIs e LCAs. Porém, o retorno está bem abaixo dos últimos meses e anos.

Para quem não sabe, LCI e LCA são uma abreviação para Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio. São títulos de renda fixa emitidos por bancos para financiar o setor imobiliário e do agronegócio. Contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e também tem prazo mínimo para resgate de 90 dias. E o mais importante de todos: são isentas de imposto de renda.

Porque com a isenção de imposto de renda, a LCI ou LCA com retorno de 100% do CDI, com duração de apenas 3 meses, rende mais que um CDB que tenha retorno de 120% do CDI.

Porém, esse rendimento citado está escasso. Sumiu das prateleiras das corretoras.

Agora só é possível encontrar rendimento com no máximo 94% do CDI. E acaba muito rápido. Aconteceu comigo nesta semana. Queria aplicar em uma LCI de 93% do CDI e com prazo de carência de 4 meses. Como me enrolei no trabalho, demorei quase duas horas para fazer a transferência para a corretora e quando percebi, já tinha acabado a oferta.

Claro, não aceite qualquer oferta por aí. Saiba escolher! Escrevi isso outro dia sobre como analisar se um banco está saudável no seguinte post Banco Original: quando a esmola é demais, o Santo….

Por que o rendimento está menor do que nos anos anteriores? Porque a oferta está maior que a procura! Com a piora da economia, acarretou no reflexo da necessidade de crédito pelas empresas. Se o país não está crescendo e as empresas cada vez mais endividadas, não há motivo para se financiar ainda mais!

Fique atento! Se ver uma LCI ou LCA por aí de bobeira com um bom rendimento, lembre-se que está vendo algo raro no mercado.




Por que o investimento em shopping center não é mais um retorno garantido?

Eis que na semana passada surgiu uma oportunidade de uma viagem a trabalho para os EUA. Foi uma viagem curta, inspiradora, reflexiva e, podemos dizer, que me fez tomar algumas atitudes.

Já havia dito neste post (Carnaval – tempo de inspiração. Como viajar ajuda na sua percepção de investimento?) que viajar é uma boa maneira de obter reflexão e inspiração.

Havia lido artigos e alguns comentários de colegas americanos que cada vez mais lojas de departamento nos EUA estavam fechando às portas.

Entretanto, se eles não estão em crise, qual seria o motivo?

Podemos dizer que o e-commerce acarretou em fechamento de lojas e até de grandes hipermercados. Conferi de perto o que antes havia Macy’s, JCPenny, Sears e até Walmart em grandes estacionamentos vazios, desertos e, literalmente, fechados.

Vou deixar bem claro que não sou especialista em shopping center, mas depois do que vi lá nos EUA, me fez aprofundar no assunto para poder estudar o mercado. O que vou escrever abaixo não é um caso apocaliptíco, do fim das lojas de departamento ou a morte dos shoppings center, nada disso. É apenas um relato do que eu vi.

E isso me fez refletir bastante…

Para quem não sabe, todo shopping center necessita de lojas âncoras. São lojas que atrai os consumidores para irem ao shopping. Essas lojas âncoras são as lojas que, praticamente, vendem de tudo, são as famosas lojas de departamento. Entre eles, podemos listar: Macys, JCPenny e Sears.

Claro que o shopping center não sobrevive só disso. Se o shopping center tem entretenimento também ajuda a atrair clientes, como por exemplo, as salas de cinema. Outra forma de atrair a clientela são os bons restaurantes. Famosas redes de franquias de restaurantes junto com uma praça de alimentação são fundamentais para solidificar a sobrevivência de um shopping. Sem esses pilares citados, o shopping, infelizmente, não sobrevive.

Porém, ao analisar os centros comerciais mais afastados de algumas cidades, percebi que eles estavam às moscas, um cenário de deserto total. Lojas que antes eram de vestuário, como Abercrombie & Fitch, American Apparel, Gap e outras lojas não estavam mais funcionando. Ao caminhar por pouco tempo no shopping, deu para perceber que mais da metade das lojas estavam fechadas, sem inquilino algum.

Motivo? As lojas âncoras, que atraiam clientes, não sobreviveram ao e-commerce. O que antes tinham uma Macys ou uma Sears se transformou em um grande “galpão” vazio. Em outros casos, enquanto as lojas âncoras ainda resistiam bravamente e continuavam abertas ao público, as lojas menores do shopping não conseguiu resistir a escassez de clientes e decidiram fechar as portas.

Isso se transformou em um efeito dominó.

Lojas âncoras fechadas acarretam em menor circulação de pessoas. Com a redução da circulação de pessoas afeta o comércio local, porque há menos negócios fechados. Menos negócios afeta as sublojas ou lojas menores, que dependiam de pessoas em circulação para vender, que acabam encerrando as atividades. Consequentemente, o shopping center ou centro comercial tende a deixar de funcionar, porque não sobrevive com mais da metade das lojas fechadas.

Volto a frizar que o que eu percebi deste estado de abandono foi apenas nos shoppings center considerados bem afastados da região central da cidade, geralmente aqueles situados bem no subúrbio das cidades.

Se isso será uma tendência, isso eu não posso prever…

Entretanto, ficaria atento ao investimento em shopping center. Claro que não são todos. Há alguns excelentes por aí. Mas sabe aquele shopping que está afastado da cidade, acima de 20km de distância do centro empresarial ou de zonas residenciais, e que só atrai consumidores por causa do baixo preço das lojas? Pois bem, à primeira vista parece que lá nos EUA esse tipo de shopping center não atrai mais clientes, até porque para encontrar promoção, basta comprar via online, que eles entregam em casa ou no hotel, caso seja turista.

Para se ter uma ideia, no ano passado, durante as Olimpíadas, estive na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Durante a estadia, percorri o bairro de carro de ponta a ponta e contei que o bairro oferece 12 (doze) shopping center somente na Barra da Tijuca. Isso mesmo que você leu! Doze! Na minha opinião, achei um certo exagero na quantidade oferecida. Brincadeiras à parte, fiz até uma aposta com um amigo de qual shopping center não iria resistir a concorrência e iria fechar as portas primeiro.

Por acaso, você conhece algum shopping na sua região que está cada vez mais vazio, atraindo menos pessoas?

Pois bem, o mantra de que shopping center sempre atraia clientes e era uma renda garantida para o investidor, me deixou com uma pulga a mais. Por isso, fica a reflexão…




Aumento de tarifa na XP e retorno do aftermarket

Começo pela segunda notícia:

– A partir de segunda-feira, 13/03, o horário de negociação regular na Bovespa passa a ser das 10h às 17h.

Com isso, teremos o retorno do aftermarket, das 17h30 às 18h. Para mim, esse é o melhor horário para ir às compras. Porque com o fechamento de mercado às 17h, tem aquela pausa essencial para analisar o mercado e ainda pescar algumas barganhas deixadas na mesa.

O problema do aftermarket é o volume de negociações, pois é bem reduzido. Ou seja, caso você queira vender a ação, poderá encontrar dificuldades. O ideal é vender as suas posições na abertura de mercado.

– A partir do dia 20/03, irá aumentar a tarifa de corretagem na XP Investimentos. O valor passará de R$14,90 para R$18,90. O aumento é de R$4,00 para cada compra ou venda de ações ou opções. É válido ressaltar que esse valor a mais não será acrescentado para as transações de day-trade, que é a compra e venda de uma mesma ação no mesmo dia de negociação.

Como pode ser visto abaixo, retirado no site da XP Investimentos:
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Eu já havia comentado neste post aqui (XP e Rico porque o monopólio pode ser prejudicial no futuro) que a fusão da XP com a Clear e também com a Rico poderia não ser benéfico para os usuários. O monopólio de corretora traria uma menor guerra de preços e serviços. Assim, a soberana poderia regular as tarifas como quiser.




Por que eu parei de comprar títulos prefixados?

Porque as taxas prefixadas não estão mais atraentes, como eu gostaria para assumir o risco de investimento.

É fato que estamos em uma trajetória de queda na taxa de juros no Brasil. Por isso, no ponto de vista é vantajoso comprar títulos do Tesouro Direto com taxas prefixadas. Porque o seu título prefixado se valoriza mais rapidamente com a queda dos juros, caso você queira vendê-lo antecipadamente.

Certamente, podemos ter mais corte de juros da Selic na próxima reunião do Copom. Entretanto, vejo que o momento de comprar Tesouro Direto Prefixado (LTN) chegou ao fim.

Atualmente, as taxas estão próximas de 10%a.a, como pode ser visto abaixo na tabela de referência dos títulos públicos retiradas no site do Tesouro Direto, atualizado no dia 07/03/2017.

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Por conta disso, fiz algumas simulações de rentabilidade na calculadora fornecida no site do Tesouro Direto. Comprando a LTN de 2020 e a LTN de 2023.

Eis os resultados:

TD Prefixado 2020 (LTN)
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TD Prefixado 2023 (LTN)
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Como pode ser visto, a rentabilidade líquida até a data de vencimento dos títulos estão próximos da casa de 8,16%a.a. na LTN 2020; e 8,71%a.a. na LTN 2023. Para mim, é um prêmio abaixo do risco de se investir em renda fixa prefixada.

Para se ter uma ideia, a LTN2020 seria equivalente a um rendimento de 0,68% a.m. No meu caso, considero bem pouco. Sabe quando rende a poupança por mês atualmente? Pois é, 0,65% a.m.

Além disso, não sabemos o que teremos pela frente até 2020 e 2023. Os juros podem voltar a subir, e o título pode ter retorno negativo, caso você precise vendê-lo antes da data do vencimento.

Indico até que não venda os títulos antecipadamente, para deixar os juros compostos trabalharem por você.

Mas na minha visão, ainda estou acostumado a um yield mais elevado no Brasil, por causa do alto grau do risco de se investir por aqui. Apesar da nossa taxa de juros ser uma das mais elevadas do mundo, ainda não me sinto confortável em adquirir um título público prefixado com retorno de 0,68% a.m., ou seja, retorno de um investimento de uma poupança.




Subscrição de Itaúsa (ITSA): Vale a pena ou não?

Essa poderá ser a sua melhor compra deste ano!

Para quem é acionista de ITSA3 ou ITSA4, recebeu a seguinte mensagem abaixo…

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O que eu posso lamentar é que é muito pouco – queria poder ter o direito a subscrever mais ações.

Para se ter uma ideia, para cada 100 ações detidas, o acionista tem o direito de comprar 1,6386161 ação a um preço descontado de R$6,10 reais por ação.

Esse valor está bem descontado do atual preço listado, tanto de ITSA3, quanto de ITSA4, na bolsa.

Os que não desejarem comprar mais ações de Itaúsa, podem vender esse direito de compra, com o código ITSA2 entre os dias 02/03 e 31/03. Mas essas ações só podem ser vendidas até o dia 24/03.

Isso tudo significa que a Itaúsa irá fazer aumento de capital na empresa, através da emissão de recibos de subscrição para os atuais acionistas. E ao que tudo indica, Itaúsa está de olho em aquisições. Ano passado, até manifestou interesse na compra da BR Distribuidora e parece que esse aumento de capital terá este intuito ou, quem sabe, até em outra empresa no mercado. Ficaremos atentos!

Para se ter uma ideia, da última vez que ITSA3 ou ITSA4 chegou a cotação próxima de 6,10 foi em janeiro de 2016. Naquela época, o Bovespa marcou um fundo nas cotações gráficas – só ficamos sabendo disso bem depois, após a escalada das principais ações brasileiras.

Portanto, comprar ações de Itaúsa a preço de R$6,10 poderá ser uma das melhores barganhas deste ano.




Carnaval – tempo de inspiração. Como viajar ajuda na sua percepção de investimento?

Aproveito os longos feriados que temos no Brasil para ter uma dose de inspiração.

Fiz isso entre a semana do Natal e Ano Novo, onde atualizei a minha biblioteca. Confira os livros que indiquei neste post aqui: Livros para (re)ler até o final do ano (2016).

Além dos livros, também tiro uns dias para viajar, literalmente. Carnaval tem sido uma época boa para isso…

Viajar traz um ar renovador, de cenários diferentes, curiosidades e incertezas. Durante as viagens, observo o comportamento das pessoas e também do lugar onde visito para ter insights sobre algum tipo de investimento que, até então, eu ainda não tinha analisado ou percebido.

Para se ter uma ideia, no carnaval passado fui para Salvador. Entretanto, queria analisar o que era aquilo. Queria conhecer o motivo daquele mega evento que reúne multidões. Tive uma ideia de investimento quando estive por lá, mesmo naquela muvuca de axé e na quantidade de pessoas. Não tive sucesso ainda, pois não foi implementada com êxito.

Desta vez, vou esquecer da folia por completo. Estou indo para um país da América do Sul. Não será uma viagem longa. Serão poucos dias, mas o roteiro ainda está fora do circuito tradicional de turismo.

Viajar é bom, pois quando menos se espera, surge alguma ideia para se investir. É tão bom, pois apenas presencialmente podemos analisar a situação econômica de uma determinada situação/região.

Somente comecei a vislumbrar viagens desta forma, após ler estes dois livros do Jim Rogers: Investment Biker e Adventure Capitalist.

Investment Biker foi o primeiro da série. Nele, o investidor Jim Rogers percorreu de moto cinquenta e dois países, em vinte e dois meses. Podemos dizer que é um livro de investimento misturado com aventura, pois o autor revela que com a viagem, ou seja, a presença in loco nas regiões, podia-se perceber o rumo de determinada economia ou mercado. Assim, poderia encaminhar os seus investimentos. Segundo o autor, é mais fácil ter uma visão de um país estando nele e bater um papo com os nativos do que conversar com o Ministro das Relações Exteriores.

Já o segundo livro, o Adventure Capitalist é o complemento do primeiro. A mesma odisseia, porém quase dez anos depois da primeira viagem. Só que desta vez, ele vai de carro dar uma volta ao mundo. São 3 anos viajando. Ao todo, são 116 países. Nele, ele revela como compreendeu a visão de mundo, de forma econômica, política e social. E passou a observar a tendência e a depressão de alguns países. No livro, Jim Rogers já percebia que o Euro estaria condenado. Descobriu que as ONGs ao redor do mundo não são tão úteis assim. Que as empresas deveriam investir mais na China, pois lá tem um mercado maior do que muitos imaginam e por aí vai…

Viajar traz uma infinidade de descobertas que só são reveladas quando você está presente em um determinado local. Só assim, descobrimos de perto a situação real de cada região. Desta forma, podemos aproveitar a viagem e direcionar uma parcela do seu investimento para um case que você visualizou e descobriu durante a viagem. Podemos dizer que viajar tem uma dose de investir conscientemente.